
Vivemos um momento raro. Em poucos anos, passámos a ter ao alcance de qualquer pessoa instrumentos que, até há pouco, só grandes organizações conseguiam pagar: capacidade de pesquisar, de calcular, de comparar, de redigir e de simular com uma rapidez que muda a natureza do nosso trabalho. Para quem exerce o Direito e a Economia, a pergunta já não é se estas ferramentas devem ser usadas, mas para quem.
A nossa resposta é clara: para as pessoas. Para o cidadão que adia um problema jurídico porque não sabe por onde começar, para a pequena empresa que não tem departamento jurídico nem diretor financeiro, para a autarquia que precisa de decidir bem com meios contados. É para eles que a tecnologia tem de trabalhar, baixando o custo de um bom conselho e encurtando o tempo de uma resposta, sem nunca dispensar o critério, a responsabilidade e o sigilo de um profissional.
Foi com esta ideia que juntámos advogados e economistas numa mesma sociedade, que subscrevemos o Manifesto da Ethical Legal Alliance e que estamos a construir a Lexea. A tecnologia muda os meios. O que não muda é o compromisso: perceber o que cada cliente precisa e dar-lhe o melhor que a nossa época permite.
Bruno Adrego Maia
CEO

